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Aprovação sem fronteiras

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By on set 7, 2019 in Enem, Geral, Vestibular | 0 comments

De olho em universidades fora de Alagoas, alunos recebem preparação personalizada para o vestibular

Material didático específico, aulas extras, preparação antecipada, revisão personalizada, acompanhamento e apoio logístico para viagens. Esses são apenas alguns dos diferenciais que o Contato oferece aos alunos que pretendem somar ao Enem outras provas de vestibular fora de Alagoas. A cada ano, mais estudantes decidem tentar a aprovação em instituições longe do estado ou buscam um curso ainda não ofertado na região.

Essa é uma decisão apoiada pelo colégio, levando-se em consideração as diversas universidades reconhecidas pela excelência no Brasil. “Nós sempre incentivamos nossos alunos a irem além do Enem, mas vale destacar que, antes de dar esse apoio, nós checamos se a universidade realmente vale a pena. Sendo uma boa oportunidade, nós estudamos o programa para preparar o aluno da melhor maneira”, afirmou o diretor Ernesto Stadtler.

Esse é o caso de Pedro Lana, aluno do 3º ano, que pretende cursar medicina e está se preparando para o vestibular da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade de Pernambuco (UPE), entre outras. “Escolhi medicina por me identificar mais com as matérias de biologia e química durante o Ensino Médio, disciplinas que são base para o curso. Sinto que o Contato busca fornecer as melhores oportunidades para ajudar o aluno nessa etapa da vida escolar. O colégio proporciona uma ótima equipe de professores que estimula o aluno e que está sempre à disposição para tirar dúvidas, além do material didático excelente. Também destaco as atividades extracurriculares, como aulões, oficinas de redação, passeios históricos e aulas de laboratório, que incentivam o aluno a estudar”, contou.

A preparação para esses vestibulares acontece de forma paralela à preparação geral direcionada ao Enem. O Contato tem uma turma específica dedicada a certos cursos durante o ano e uma preparação personalizada para a UPE. Como lá o vestibular é seriado, ou seja, tem provas durante os três anos do Ensino Médio, os alunos têm um curso diferenciado. A partir do 1º até o 2º ano, são oferecidas aulas mensais durante oito meses no período noturno. “No final fazemos uma revisão, que chamamos de Previsão, no final de semana. Para os outros vestibulares também temos turmas especiais. Todo conteúdo que não é do Enem, nós vemos fora da sala de aula regular”, explicou Stadtler.

O ex-aluno Contato e atual estudante de medicina João Victor Omena passou nos vestibulares da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e UFAL, tendo optado por esta última. “O colégio me possibilitou acesso a olimpíadas desde cedo e aulas aprofundadas. Esse acesso ‘precoce’ foi de suma importância para o meu desenvolvimento como aluno e pessoa, me deu senso de responsabilidade e estudo”, destacou.

Sua preparação incluiu um cronograma de estudos seguido com disciplina e alguns momentos de lazer. “Você tem que ter foco, ritmo e estar ciente das suas dificuldades. Digamos que eu tinha dificuldade em redação, então eu fazia duas por semana e tentava não repetir os erros. É preciso saber em que áreas você está deficiente para se aperfeiçoar. Não dá para dar um passo maior que a perna. Pode demorar, mas você precisa começar e tentar nivelar o aprendizado das matérias. O mais importante é saber identificar sua situação, no que você precisa empenhar mais tempo e dedicação”, ensinou.

ROTINA

Visto que iniciou a preparação para o vestibular no 1º ano, a rotina de Pedro mudou pouco. “Para mim, o que mais mudou foi a quantidade de vestibulares que irei prestar no final do ano. Durante a semana, tenho aulas no Contato pela parte da manhã e, à tarde, costumo ter algumas aulas extras, como aulas preparatórias para o vestibular da UPE e oficinas de redação. À noite, estudo em casa. Geralmente, nos finais de semana, realizo alguns simulados para treinar aspectos ligados ao vestibular, como tempo de prova e modelo de questões”, disse.

PERSPECTIVAS

O colégio está com os alunos até o final, a equipe inteira de professores está presente nos locais de provas nos dois dias de Enem para que eles saibam que não estão sozinhos em nenhum momento.

“As expectativas sempre são as melhores possíveis. Já iniciamos desde o 1º ano nesse ritmo de Enem e, no 3º ano eles fazem oito simulados durante o período letivo. A preparação é total, tudo que podemos oferecer ao aluno, nós oferecemos”, concluiu o diretor.

Redação nota 1000

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By on nov 23, 2018 in Enem, Geral, Vestibular | 0 comments

Maria Eduarda, aluna do Contato desde o oitavo ano, tirou nota mil na redação do Enem e revela como se preparar para o exame

Tirar nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é um verdadeiro desafio. E quando o aluno é treineiro, o desafio pode ser ainda maior, afinal, alcançar essa nota é para poucos. No Enem 2017, apenas 53 alunos conseguiram, entre as 4,72 milhões de redações corrigidas em todo o Brasil. Uma delas foi Maria Eduarda, aluna do Contato desde o 8º ano do Ensino Fundamental. Ela fez a prova como treineira aos 17 anos, ainda quando cursava o 2º ano. Para atingir o objetivo de tirar a nota máxima na redação do Enem, a estudante praticou muito, escrevendo e pedindo para o professor corrigir as redações.

“Treinei muito. Iniciei a preparação em fevereiro de 2017. Acho que o segredo para melhorar a escrita é praticar e ter quem corrija suas redações. Escrever, ao menos, uma redação por semana. Este, sem dúvidas, é o melhor método. O crucial foi a dedicação à escrita e o meu comprometimento. Saber que aquilo ali não depende de mais ninguém a não ser de você mesmo deve servir como um estímulo à determinação”, destacou.

Quem corrige suas redações, no caso, é o professor Bruno Rodrigues, que acompanha Maria Eduarda nessa caminhada. “Sem dúvidas ele é o meu principal influenciador. Em 2016, ele me acompanhou com os estudos de língua portuguesa, ou seja, me dando a base para a escrita e, no ano passado, me acompanhou também com a redação. Devo-lhe todos os meus agradecimentos”, lembrou.

De acordo com ela, ficar atenta aos principais acontecimentos e se dedicar às matérias de humanas e linguagens são pontos fundamentais, pois o leque de opções de temas abordados no Enem é vasto. Ano passado, por exemplo, o tema foi ‘Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil’ e Maria Eduarda tinha uma base para escrever sobre o assunto.

TIREI MIL. E AGORA?

Desde quando soube o resultado, naquele que, segundo ela, foi o dia mais feliz de sua vida, Maria Eduarda diz que tenta achar algum adjetivo que possa descrever a sensação de ter tirado a nota máxima como treineira, mas ainda não encontrou.

“Sempre tento achar um adjetivo que possa descrever. É uma sensação de dever cumprido e um sentimento de que eu posso ser boa em alguma coisa, sim. Parece ter sido um sonho do qual ainda não acordei”, afirmou Maria Eduarda.

Depois de ter tirado mil como treineira, a estudante continua se prepararando para fazer a prova do Enem, desta vez, para valer. Ela estuda todos os dias, os três horários, incluindo os finais de semana. Seu sonho é ingressar em Direito ou História na Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Maria Eduarda falou um pouco de suas expectativas em relação à prova e seu futuro na universidade.

“Acho que será uma prova mais conteudista, mais densa. Porém, isso é vantajoso para o aluno que realmente estuda. Espero que todo o esforço seja recompensado. Escuto muita gente falar que é difícil e que não vou conseguir (fazer os dois cursos), porém vem um frio na barriga só de pensar em entrar no campus da Ufal e este mesmo frio bate ao me imaginar em sala de aula”, projetou.

FRUTOS COLHIDOS

Além do próprio conhecimento em redação e outras disciplinas, Maria Eduarda tem colhido outros bons frutos e compartilhado com os seus colegas. A jovem tem um perfil no Instagram, no qual dá dicas sobre redação no Enem, tenta motivar seus seguidores e mostra ainda um pouco de sua rotina como vestibulanda.

Orgulhosa de sua neta, Rosane Alves celebra as primeiras conquistas da estudante. “Esses resultados deixam a gente sem palavras. Estou muito orgulhosa pelo que ela já conquistou. Ela já vem se preparando para o Enem desde 2016, mas a sua trajetória na vida estudantil sempre foi construída por boas notas. Duda sempre gostou muito de ler, escrever e estudar. Sem pressão. Essa vontade própria é natural. Me sinto muito orgulhosa com sua luta. Espero que ela consiga realizar os sonhos”, concluiu, emocionada, a avó de Maria Eduarda.

Texto da equipe Algo Mais Consultoria e Assessoria publicado na Revista Contato! Edição 2018.

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Era digital: em meio a aplicativos e livros

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By on ago 31, 2018 in Geral | 0 comments

Variando entre organização de tempo, mente e conteúdo, o uso do método correto pode acelerar o processo de aprendizagem

A dificuldade em concentrar-se nos livros atinge muitos estudantes que não conseguem manter um planejamento de estudos por pura distração, principalmente nesta era digital. Por isso, para se concentrar é necessário ajustar padrões de estudo, como: procurar um lugar silencioso, experimentar uma nova técnica ou, simplesmente, desenvolver um plano de estudos eficaz que permita um descanso sempre que necessário.

De acordo com a psicóloga Laís Villas Boas, para que os alunos consigam manter o foco nos estudos, mesmo com as distrações que aparecem, é preciso delimitar um tempo de estudo diário que seja adaptado ao aprendiz. “Antes de qualquer coisa, o principal é encontrar uma forma de estudo que seja proveitosa ao estudante. Para isso, é preciso questionar se realmente aquele modo está sendo proveitoso ou não, além de tentar alguns novos métodos. Ter uma vida social rica, diversa e com muitos hábitos que tragam satisfação – que vão além de usar celular – também é muito bom, pois quando o plano diário de estudos terminar, o aluno terá um momento de relaxamento e divertimento”, explicou.

Sabendo da importância do plano de estudos, Vanessa Buarque, mãe do aluno Kaio Augusto Buarque, do 8º ano do Colégio Contato, contou que o garoto tem uma rotina fixa de estudos e que isso ajuda muito em seu desempenho escolar. Ela explicou como funciona esse planejamento.

“Nós (pais) sabemos o quanto um cronograma de estudos é essencial para que os nossos filhos alcancem suas metas durante o ano. O Kaio já foi bastante prejudicado nesse sentido antes de ter seu plano de estudos e, hoje, já é possível observar a diferença no rendimento e a disciplina com sua programação semanal. O planejamento dele baseia-se em estudar três matérias por dia e revisar um dos conteúdos do dia dado em sala de aula. Para conciliar um bom aproveitamento, ele dorme cedo. Isso tem sido muito positivo e, com o apoio dos professores, vemos o quanto ele cresceu como estudante e como pessoa”, revelou a mãe.

Ainda segundo a psicóloga Laís, é importante que os pais ajudem nesse processo dos filhos em conseguir manter o foco nos estudos e montar com eles esse planejamento. “Os pais podem e devem ajudar os seus filhos a encontrar a melhor forma de estudar, ou seja, a que mais funciona para eles. Assim, em uma conversa com os filhos, isso pode ser encontrado por uma rotina de estudo que seja estruturada e adaptada a ele. Seria interessante alimentar os assuntos que os filhos demonstram mais interesse para além das paredes da escola. Por exemplo, se o aluno se interessa por biologia, por que não o ajudar a pesquisar sobre os temas na internet ou fazer passeios na cidade que explorem o conhecimento desejado ou até mesmo assistir filmes? Isso já muda o pensamento que estudar é uma obrigação”, pontuou.

Por fim, é importante perceber qual o método de estudo que faz com que o aluno aprenda mais. Algumas pessoas preferem estudar por horas, já outras precisam parar a cada 20 minutos. Umas preferem ensinar o que aprenderam, outros preferem fazer questões. Por isso, perceber como se gosta de estudar e como aprendemos mais pode ajudar a otimizar o tempo.

Texto da equipe Algo Mais Consultoria e Assessoria publicado na Revista Contato! Edição 2018.

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Aprovação

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By on abr 18, 2018 in Enem, Geral, Memórias, Vestibular | 0 comments

Confira a rotina de estudos da aluna aprovada em três vestibulares de Medicina

Foi durante uma aula de biologia do Colégio Contato, na qual se ensinava sobre os neurônios e nervos integrantes do sistema nervoso, que Maria Carolina Viana Brito se encantou pela complexidade do corpo humano e pensou: “É isso que eu quero para o resto da vida!”.

Daquele momento em diante, a obstinação e o foco estiveram sempre presentes em sua rotina de estudos e, em 2017, foi aprovada em três universidades públicas para cursar Medicina, o sonho de muitos estudantes. Na hora da decisão entre Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL) e Universidade de Pernambuco (UPE), Maria Carolina não teve dúvidas. “Desde o início eu queria passar na UFAL”, contou.

Para conseguir a aprovação tão desejada, sua rotina de estudos começou a ser mais bem planejada a partir do 2º ano, porém sem mudanças drásticas de comportamento. “Me mantive determinada, mas não exagerei. Acompanhava com atenção todas as aulas, fazia exercícios e resolvia questões todos os dias. Essa constância fez diferença”, revelou.

É justamente no 2º ano que os alunos do Contato começam a participar de atividades de orientação vocacional, que consistem em vários encontros durante um mês e meio, nas quais são trabalhados conhecimento sobre as profissões, mercado de trabalho, autoconhecimento e planejamento para o futuro. O suporte é oferecido a todos os estudantes pela psicóloga Samyra Rebêlo, especialista em psicopedagogia clínica institucional.

“Esse apoio permite que o aluno estabeleça um equilíbrio, invista nos estudos com a vida organizada. Especialmente para os alunos que estão ansiosos, indecisos e enfrentam conflitos e pressões em casa, a orientação traz benefícios enormes, traz alívio, eles passam a focar nos seus objetivos”, afirmou Samyra.

Para Maria Carolina, foi importante não comparar-se com os colegas o tempo inteiro. “Em simulados e outras provas eu evitava falar minha nota, pois acho que não é legal ficar se comparando sempre, gera uma cobrança muito prejudicial”, opinou.

Em contrapartida, ações como o Aluno Destaque, que divulgam os alunos com melhor desempenho, recebem elogios da mais nova fera de Medicina. “Estes eventos pontuais incentivam os alunos a se dedicarem mais, geram uma competição saudável”, destacou.

PREPARAÇÃO

A partir do 3º ano, Carolina conta que estabeleceu um plano de estudos mais intenso na rotina, dedicando-se quatro horas por dia, além do colégio, para a preparação do vestibular. Manteve-se focada nos seus resultados individuais, suas pequenas conquistas, e fez bom uso dos materiais disponibilizados pelo Contato, incluindo o conteúdo didático do Sistema Poliedro.

“Na fase final, o 3º ano, minha dica é responder questões, assim você aprende não apenas o conteúdo, mas também se prepara para fazer a gestão do tempo na hora da provas. Não se desespere, vá testando sua agilidade, sua concentração, o tempo necessário para escrever e passar a limpo a redação, com calma. Tudo isso é importante na hora da prova”, ensinou.

De acordo com a psicóloga Samyra, quando o aluno não possui um plano equilibrado, personalizado para o seu perfil de estudos, pode acontecer esgotamento físico e ansiedade em excesso. Para evitar situações como estas, ela informa que é preciso buscar ajuda. “Estou à disposição dos alunos para auxiliá-los nesta preparação, seja replanejando o cronograma de estudo ou ajudando a lidar com a pressão. Somente se a demanda perpassar a barreira do colégio, recomendamos um suporte emocional específico”, explicou.

Carolina garante que ter aproveitado os momentos de revisão e tirado todas as dúvidas com os professores de plantão lhe proporcionou mais confiança e tranquilidade. “Mantive a constância no meu dia a dia e as festas perdidas durante o 3º ano não são motivo de arrependimentos. Praticamente só fui nos aniversários de pessoas da família”, diverte-se relembrando o último ano. “Mas valeu a pena!”, completou.

Maria Carolina evitou comparações de notas durante a preparação para o vestibular

Maria Carolina evitou comparações de
notas durante a preparação para o vestibular

Texto da equipe Em Contexto Comunicação publicado na Revista Contato! Edição 2017.

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A conquista do espaço

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By on fev 15, 2018 in Enem, Geral, Vestibular | 0 comments

Meu nome é Gustavo Mendonça, tenho 20 anos, sou estudante de engenharia no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Nasci em Arapiraca (AL), mas morei quase toda a minha vida em Maceió, vindo para São José dos Campos (SP) em 2012 e, desde então, moro nesta cidade. Desde pequeno gostava de saber o porquê das coisas: abria brinquedos para verificar como funcionavam e sempre busquei conhecer o máximo possível de tudo que me cercava.

Minha vida escolar começou em um colégio religioso tradicional de Maceió. Lá, estudei até o 8o ano. No meu 9o ano (em 2009), fui estudar no Colégio Contato Maceió, pois a instituição tinha fama de possuir um ensino de excelência e uma preparação forte para o vestibular. Quando cheguei ao colégio, pude confirmar tal expectativa. Aulas com alto nível de conteúdo e didática, aulas focadas em Olimpíadas de Conhecimento (comecei a fazer olimpíadas no Contato, uma das melhores escolhas da minha vida), bom suporte ao aluno, laboratórios que contribuíram bastante na minha formação são algumas das características que me fizeram acreditar estar no melhor colégio de Alagoas.
Um ano antes, em 2008, ouvi falar pela primeira vez do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), conhecido pelo seu vestibular difícil e pela excelência dos cursos e engenheiros formados. Logo quando ouvi aquilo, interessei-me quase instantaneamente, gosto de desafios e esse seria o maior desafio da minha vida.

Para conseguir vencer essa batalha, estudei bastante no Contato e adquiri uma base consistente. Em 2012, fui para a escola parceira do Contato Maceió: o Curso Poliedro em São José dos Campos (SP). Lá, fiz o 3o ano ITA (uma mescla de 3o ano com Turma ITA, como chamam o cursinho direcionado para o vestibular do Instituto), mas não consegui passar em 2012.  Voltei para lá em 2013 e, corrigindo as falhas do ano anterior, consegui passar e fazer parte da gloriosa turma 18 do ITA (contamos as turmas com o número do ano de previsão para a formatura).

Em 2014, ingressei no ITA e passei a morar no H8, o alojamento dos alunos. No 1o ano, todos somos militares (alunos do 1o ano do CPORAER-SJ) no curso que nos declara aspirantes a oficial. No primeiro mês, temos as atividades de integração propostas pelas turmas anteriores. Tais atividades realmente integram a turma dos “bixos” (como chamamos os calouros) e são acompanhadas do mês de adaptação militar do CPOR (Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São José dos Campos). Logo depois, começam as aulas de curso de engenharia. No H8, temos muitas atividades extracurriculares chamadas de “iniciativas”, que, em minha opinião, são o principal de estar no ITA. Eu faço parte, atualmente, de 2 iniciativas: dou aulas de Física no Casd Vestibulares (CasdVest – curso pré-vestibular sem fins lucrativos para jovens de baixa renda mantido por alunos do ITA) e sou o atual presidente do Departamento Cultural do ITA (DepCult – organização sem fins lucrativos que tem por  objetivo fomentar a cultura no H8, por meio da manutenção de locais como: Cineclube, Sala de Música e Sala de Jogos e através de eventos como o nosso grande Encontro Musical).

Quanto ao curso do ITA, este tem seus problemas como todo curso, mas é muito forte, principalmente na parte de Matemática. Hoje em dia, no 2o ano, tenho aulas de segunda a sexta pela manhã e laboratórios em algumas tardes da semana. O fim de semana, felizmente, é livre! Bem, esse é mais ou menos o dia a dia… Tenho  orgulho de fazer parte da melhor escola de engenharia Brasil!

Texto de Gustavo Mendonça publicado na Revista Contato! Edição 2015.

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